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Carlos Rodrigues
Carlos Rodrigues A Grelha da Semana

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TVI: é agora ou nunca?

Corrigir disparates de grelha e colocar os profissionais a fazerem o que sabem: estas são algumas das medidas urgentes para reduzir o nervosismo na estação, e ganhar tempo para pensar.
19 de julho de 2019 às 13:32
Luís Cabral, Rosa Cullell, Manuel Mirat
Luís Cabral, Rosa Cullell, Manuel Mirat

Os novos tempos da TVI aí estão. A saída da administradora Rosa Cullel abre um novo horizonte para a empresa. O percurso de Luís Cabral, o novo homem-forte da estação, está ligado à rádio, mas todos os testemunhos indicam tratar-se de alguém com suficiente bom senso para não persistir nos erros que têm marcado a vida do canal. A confirmar no futuro.

Para a TVI, é urgente travar o nervosismo, ganhar tempo e planear o futuro. Isso só será possível com 3  ações imediatas: primeiro, devem anular-se os erros crassos que enxameiam a grelha; depois, é necessário colocar as peças e os profissionais a fazerem o que sabem; finalmente, é imperioso não inventar. Parece simples? Sim. Mas o simples é o mais difícil. Por vezes, é mesmo impossível, como Cullel leva testemunho para a vida.

Olhemos para essas três tarefas prioritárias, uma a uma. Anular erros crassos. Vejamos: as 7 da tarde, por exemplo, são uma batalha neste momento perdida, e continuar a fazer experiências não leva a lado nenhum. O programa da cozinha tem de acabar rapidamente, e o programa da tarde deve ser a solução para ganhar tempo, pensar, e lutar com a SIC.

Depois, colocar as peças a fazerem o que sabem passa por não insistir em quem perde. Se Goucha não serve para a manhã, também não servirá para o horário nobre. Fátima Lopes nunca pode ser substituída por Fernanda Serrano. Finalmente: não inventar. Estar sempre a mudar, como se água mole em pedra dura acabasse por convencer os espectadores, não é estratégia que se apresente no atual mercado televisivo português.

Centeno super-star

O debate do Estado da Nação, no parlamento, cumpriu todos os rituais enfadonhos que afastam o eleitorado da política. A única novidade foi a energia trazida pelo ministro Centeno ao discurso de encerramento, no qual deu às suas políticas um certo tom de transcendência pessoal, o que é uma lufada de ar fresco.

Hóquei em patins

Longe vão os tempos em que a modalidade fazia a paixão dos portugueses. A primazia da televisão afastou do centro do radar das novas gerações uma modalidade cuja adaptação à cultura do espectáculo se tem revelado muito difícil, desde logo pela dificuldade em acompanhar o andamento da bola. Precisa de uma revolução, o hóquei em patins, ou morrerá.

Violência no futebol

Os jogos de pré-época são eventos relevantes porque surgem numa fase do ano em que os adeptos já têm saudades do futebol. É na pré-época, também, que os canais pagos iniciam o grande movimento de marketing para captar novos clientes, e recuperar quem desligou.

Violência no futebol

É uma fase da época em que surgem os problemas em estado puro. A violência no jogo entre a Académica e o Benfica deve despertar consciências para a urgência de proibir as claques. Pactuar com a continuação das claques nas bancadas é ser conivente com a  violência grupal. Ilegalizar as claques, eis uma missão urgente que o futebol há de agradecer.

O adeus de Rosa

Esta será, possivelmente, a última vez em que o seu nome aparece nestas páginas que procuram fazer o rascunho da História da TV. E será a última vez que se falará dela porque Rosa deixa de contar. Afastada da liderança da estação, deixa a TVI numa crise tremenda, depois de ter sugado até ao tutano, e enviado para Madrid, os lucros da empresa, processo no qual enterrou o talento e a liberdade da estação.

O adeus de Rosa

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